#PAC Mobilidade Grandes Cidades terá R$ 18 bi de investimentos em projetos de infraestrutura na área de transporte público coletivo

PAC Mobilidade Grandes Cidades terá R$ 18 bi de investimentos

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - Mobilidade Grandes Cidades, lançado neta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto, prevê investimentos de R$ 18 bi no transporte urbano. As vinte e quatro maiores cidades do país, todas com mais de 700 mil habitantes (39% da população), poderão apresentar propostas de obras.

O lançamento do programa dá início do processo seletivo para projetos de infraestrutura na área de transporte público coletivo. Serão destinados R$ 18 bilhões para este novo PAC, considerando que R$ 6 bilhões terão como origem investimentos diretos da União e R$ 12 bilhões virão de financiamentos. O objetivo é ampliar a capacidade de locomoção e melhorar a infraestrutura do transporte público nessas cidades.

Serão selecionados projetos para a aquisição de equipamentos voltados à integração, ao controle e à modernização dos sistemas, além dos relativos à implantação e à melhoria da infraestrutura de transporte público coletivo. Os projetos podem incluir sistemas de transporte sobre pneus, como corredores de ônibus exclusivos, de veículos leves sobre pneus e sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e veículos leves sobre trilhos. A cerimônia de abertura do processo de seleção teve a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e dos ministros do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, e das Cidades, Mário Negromonte.

O governo dividiu os 24 municípios atendidos pelo PAC Mobilidade em três grupos. O primeiro (MOB1) atende às capitais de regiões metropolitanas com mais de 3 milhões de habitantes e corresponde a 31% da população brasileira. Ele abrange o Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba.

O segundo, o MOB2, inclui municípios com população entre 1 milhão e 3 milhões milhões de habitantes, e corresponde a 4% da população do país. Nesse grupo, estão as cidades de Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas e São Luís. Já o terceiro (MOB3) atenderá cidades de 700 mil a 1 milhão de habitantes. Ela também corresponde a 4% da população brasileira. Nesse grupo serão beneficiados os municípios de Maceió, Teresina, Natal, Campo Grande, João Pessoa, São Gonçalo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu (RJ) e São Bernardo do Campo (SP).

As inscrições poderão ser feitas no site do Ministério das Cidades a partir do dia 21 deste mês.

#Assessoria de Imprensa – Caixa Econômica Federal

http://www.novaintranet.caixa/jornal-da-caixa/atualidades/pac-mobilidade-gran...

Campanha Rio Solidário - Envio de Donativos e entrega de DOAÇÕES na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - PARTICIPE!

DOAÇÕES poderão ser entregues nas AGÊNCIAS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL da

SUPERINTENDÊNCIA NORTE DO PARANÁ

(outras regiões precisam de confirmação antes da entrega)

Image001

Click here to download:
Etiqueta Rio Solidário - Donativos.doc (26 KB)
(download)

A hora de terminar uma relação. Um grande conselho para alguns amigos meus. Antes é sempre melhor uma meditação...

Feed: Sinapses
Data de Postagem: quinta-feira, 28 de outubro de 2010 16:53
Autor: Claudia Belfort
Assunto: A hora de terminar uma relação

Saber quando encerrar uma relação, seja ela já de alguns anos ou recente, é daqueles momentos de angústia em que as fronteiras entre amor, tristeza, racionalidade, medo, esperança tornam-se invisíveis. Eu acho difícil acertar se aquela é mesmo a hora. Também não tenho fórmula para calcular. Mas uma psicoterapeuta de casais da Califórnia, EUA, Christina Steinorth, sugeriu algo de uma objetividade norteamericana e até agora impensável para mim. Em artigo publicado no MenthalHelp.net ela apresenta duas listas para ajudar a quem pensa em se separar, terminar namoro, casamento, caso. Primeiro mostra dicas de como identificar os sinais de que já é hora de encerrar a relação, que incluem sensação de frustração e vazio, de que já não gosta dele(a) tanto assim, desculpas para usufruir mais tempo sem o (a) parceiro (a), etc.

Identificados os sinais, Dra. Steinorth relaciona aquilo que chama de “a maneira mais pragmática” de tomar a decisão: fazer uma lista de prós e contras. Cada um tem um jeito de decidir, mas a abordagem me levou a uma reunião de planejamento estratégico aqui do jornal. Será que colocamos a lista num power point no final? Enfim, ela sugere uma lista com duas colunas, sendo uma para os atributos positivos da relação, outra para os negativos. A partir daí, você insere nessas categorias o que há de bom e de ruim no seu relacionamento. Segundo Dra. Steinorth, para algumas pessoas é mais fácil ter algo concreto, como uma lista onde uma coluna é muito maior que outra, para decidir-se pelo fim de uma história que não traz mais satisfação e alegria.

Ela deixou bem claro “para algumas pessoas” e eu pensei “para maioria das que conheço”. Os indivíduos, e por conseqüência nossos relacionamentos, são tão ricos que às vezes a gente gosta justamente daquilo que não gosta numa pessoa. Às vezes algo chato está contido num contexto super interessante, como me disse uma amiga: “eu detesto quando ele fala alto, mas adoro aquele jeitão suburbano”. Claro é um exemplo simplório, quero apenas defender que quando se trata de pessoas, de relacionamentos, os “itens” da lista podem ter pesos distintos e até navegar de uma coluna para outra.

Um colega fez meses de terapia antes de deixar a mulher e está seguro. Outra deixou raiva e insegurança ditarem sua decisão e está num nevoeiro. Já há quem viva numa dúvida eterna, paralisante, pensa, pensa e não sabe se é a hora, se é a pessoa, se é ela mesma (imagine quantas listas essa teria de fazer). Uma hora a decisão terá de ser tomada, para sim ou para não. Duvido apenas que ela seja sempre baseada numa certeza ou que tenha tanta objetividade.

Em tempo: adoro essa música


Exibir artigo...