Em Ângulo (PR - Região de Maringá), o 1.º plantio em larga escala de estévia. US$200,00 o quilo!

Feed: Agrícola
Data de Postagem: quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 15:57
Autor: Leandro Costa
Assunto: Em Ângulo (PR), o 1.º plantio em larga escala de estévia

Empresa plantou 200 hectares da planta em Ângulo (PR) Foto: Fábio Dias/AE

Está em plena colheita, no município paranaense de Ângulo, vizinho a Maringá, a primeira safra em larga escala de estévia do Brasil. Originária do Paraguai, a estévia (Stevia rebaudiana) é um arbusto cujo extrato das folhas é utilizado para a produção de adoçantes naturais.

No início da década de 1980 o Brasil, mais especificamente a cidade de Maringá, chegou a ter a maior área de cultivo do mundo da planta. Porém, ao longo dos anos, desmotivados pelos baixos valores pagos pela folha da planta, produtores deixaram de cultivá-la e, desde meados de 2004, as indústrias brasileiras passaram a importar a matéria prima da Argentina e Paraguai.

Porém, com a abertura do mercado americano e europeu para o produto a Steviafarma, empresa fabricante de adoçantes de estévia, decidiu investir para ter autossuficiência na produção da matéria prima. Ao todo, em 2009, a empresa plantou 200 hectares de estévia, que estão sendo colhidos desde dezembro do ano passado.

De acordo com o presidente da empresa, Thales Aburaya, estima-se que para atender a demanda mundial pelo adoçante de estévia seriam necessários 350 mil hectares de área plantada. Hoje existem em todo mundo apenas 10% disso, 3.500 mil hectares. Por isso, de olho no lucro que pode obter com um produto cujo preço no mercado externo pode chegar aos US$ 200 por quilo, a empresa pretende ampliar sua área de cultivo, até 2015, para 1.000 hectares.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) também enxerga boas perspectivas de mercado para a estévia. Segundo o pesquisador Silvio Claudio da Costa, que há mais de 20 anos estuda a planta, a classificação da estévia pelo Federal Drug Administration (FDA), órgão sanitário dos EUA, como aditivo alimentar, ampliou muito as possibilidades de aplicação do produto. Segundo ele, agora ele pode ser adicionado a sucos, por exemplo, o que a torna um forte concorrente de outros edulcorantes, como o aspartame, por exemplo.

Em breve, a UEM irá lançar uma variedade da planta que pode ser replicada por sementes Hoje a maioria das variedades existentes são clones, cujo processo de reprodução é mais complexo e mais caro. Com isso, espera-se que os pequenos produtores voltem a se interessar pelo cultivo da estévia e que o Brasil possa ganhar uma fatia maior desse mercado, que hoje é dominado por China, Paraguai e Argentina.

Confira a matéria completa, publicada na edição de hoje do Agrícola.


Exibir artigo...

Aécio pede indenização de R$ 500 mil contra ANDRÉ VARGAS (PR), secretário nacional de comunicação do PT.

Feed: Folha.com - Poder - Principal
Data de Postagem: segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 21:31
Autor: Folha.com - Poder - Principal
Assunto: Aécio pede indenização de R$ 500 mil contra dirigente petista

O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) está processando o secretário nacional de comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR), por causa de declarações feitas pelo microblog Twitter durante a campanha eleitoral de 2010. Os advogados do tucano pedem R$ 500 mil de indenização por Vargas ter acusado Aécio de envolvimento na quebra do sigilo de políticos e de pessoas ligadas ao então candidato à Presidência José Serra (PSDB). Em setembro passado, o petista, que era candidato à reeleição na Câmara, escreveu no Twitter: "Eles [referindo-se ao PSDB] privatizam, mandam dinheiro para o exterior". E concluiu: "o Aécio produz dossiê contra o Serra e o PT é culpado?". Leia mais (07/02/2011 - 20h31)


Exibir artigo...

Obscenidades? Não, palavras de apoio. Escrever ainda é o melhor remédio. Vamos tomar mais um? Agradeço.

Feed: Sinapses
Data de Postagem: terça-feira, 9 de novembro de 2010 15:42
Autor: Claudia Belfort
Assunto: Obscenidades? Não, palavras de apoio

Assim que me deparei com essa pesquisa da Universidade York, Canadá, lembrei de um conto de Inácio de Loyola Brandão, Obscenidades para uma dona de casa. Nele, uma esposa e mãe dedicada espera ansiosamente por cartas anônimas descrevendo a participação dela em picantes atos sexuais. As mensagens deixavam-na chocadas, mas levavam sua autoestima aos céus.

Conduzida pela professora e psicóloga Myrian Mongrain, a pesquisa concluiu que enviar uma carta a si mesmo com frases de apoio ou compreensão pode melhorar o estado de pessoas vulneráveis à depressão. Os participantes foram encorajados a descrever um acontecimento desagradável de suas vidas e depois escrever palavras de conforto, como um amigo faria. Outros tinham de relatar suas vidas num futuro depois de vencidos os problemas atuais. As mensagens eram diárias e os pacientes deveriam medir o resultado após 30 dias, 90 dias e 180 dias.  O resultado foi uma melhora no estado geral dos participantes. Alguns tiveram uma redução no quadro depressivo após três meses, e até uma evolução na sensação de felicidade após 6 meses. 

Segundo Dra. Mongrais, a ideia é fazer o paciente ser bom com ele mesmo, estar ciente de seus problemas e proporcionar palavras que precisa para sentir-se bem. A  pesquisa (veja mais detalhes sobre metodologia) foi feita com 200 pessoas.

E o que isso tem a ver mesmo com o texto do Inácio de Loyola? Não vou estragar o final do conto que você pode ler aqui ou nos livros:

“Os Melhores Contos de Ignácio de Loyola Brandão”, seleção de Deonísio da Silva, Global Editora — São Paulo, 1997.

 ”Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”, seleção de Ítalo Moriconi, Editora Objetiva — Rio de Janeiro, 2000.

 

*

As informações divulgadas neste blog não substituem aconselhamento profissional. Antes de tomar qualquer decisão, procure um médico.

 


Exibir artigo...

23 milhões de brasileiros têm algum transtorno mental. É muita gente não?! Alguém me explique por favor... como pode?

Feed: Sinapses
Data de Postagem: terça-feira, 29 de junho de 2010 12:21
Autor: Claudia Belfort
Assunto: 23 milhões de brasileiros têm algum transtorno mental

Da Agência Brasil

No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais comuns estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mentais ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o País destinou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.

Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura dos hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.

Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o porcentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.

A implementação da rede substitutiva – com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais – tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.

O País conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o Brasil, há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.


Exibir artigo...

10% dos professores têm algum transtorno mental. Esses alunos são um pesadelo!!! Minha mãe se aposentou por insalubridade... XD...

Feed: Sinapses
Data de Postagem: segunda-feira, 12 de julho de 2010 16:00
Autor: Claudia Belfort
Assunto: 10% dos professores têm algum transtorno mental

Marici Capitelli – JORNAL DA TARDE
Transtornos mentais e comportamentais foram as principais causas de afastamento por doença dos professores da rede municipal de São Paulo no ano passado. Foram 4,9 mil afastamentos para uma categoria com 55 mil profissionais, o que equivale a quase 10% dos trabalhadores.

Os dados são de um levantamento que está sendo feito pelo Departamento de Saúde do Servidor (DSS) da Secretaria Municipal de Gestão e Desburocratização. O estudo aponta o crescimento de problemas psiquiátricos entre os professores. Em 1999, esses transtornos eram responsáveis por cerca de 16% dos afastamentos. Dez anos depois, a porcentagem subiu para 30% - de um universo aproximado de 16 mil afastados.


Exibir artigo...

USP testa novo tratamento contra depressão: Eletrocutar os pacientes bem na cabeça... Desculpe... aiiaiai... leiam...

Feed: Sinapses
Data de Postagem: quinta-feira, 27 de maio de 2010 21:44
Autor: Claudia Belfort
Assunto: USP testa novo tratamento contra depressão

O Hospital Universitário da USP está recrutando voluntários para testar um novo tratamento para depressão. A  Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC). A técnica consiste na aplicação de dois eletrodos-esponja sobre crânio do paciente (semelhantes aos usados em fisioterapia) por meio dos quais é enviada uma fraca corrente elétrica.  Essa estimulação regularia a atividade em áreas do cérebro responsáveis pelo humor, pela sensação de depressão e de excitação.

A pesquisa, pioneira no Brasil, é conduzida pelo psiquiatra Andre Brunoni que conheceu a técnica em 2008, na universidade de Harvard, Estados Unidos.  Até o próximo ano, ele e outros profissionais envolvidos no estudo analisarão 120 voluntários (leia abaixo entrevista com o Dr. Brunoni).

O voluntário deve entre 18 e 65 anos e sofrer de depressão moderada a grave. Os interessados podem mandar um email para pesquisacientificahu@gmail.com ou entrar em contato com a psiquiatra Lays pelo telefone:  11 3021-2222.

*

Dr. Brunoni, a aplicação da corrente elétrica dói?  O que o paciente sente?

Não. O método é totalmente indolor. O paciente pode sentir um formigamento na região em que é aplicada a estimulação, porém o efeito dura menos de um minuto.

É preciso sedar o paciente?

Não é necessário sedar, também não é necessário ter um acompanhante, pois o paciente sai bem ao fim da estimulação (não fica tonto, com dor de cabeça, etc.). Durante a estimulação, os pacientes costumam ficar lendo, vendo TV ou mesmo dormindo. 

Quanto tempo dura a aplicação?

30 minutos.

Qual o tempo médio de um tratamento?

10 dias consecutivos, normalmente são excluídos fins de semana. 

Qual o intervalo entre as aplicações?

24h durante a fase de estimulação diária. Após as dez sessões, sabe-se que o efeito dura no mínimo 6 semanas (segundo estudos) mas o seguimento de longo prazo ainda está sendo investigado. Estamos com uma proposta a ser avaliada pelo comitê de ética para fazer uma manutenção de estimulação quinzenal por 6 meses.

O paciente pode retomar suas atividades normais depois da aplicação?

Sim, o paciente sai normal, não fica com efeitos colaterais, sedação, etc.

 *

As informações divulgadas neste blog não substituem aconselhamento profissional. Antes de tomar qualquer decisão, procure um médico.


Exibir artigo...

O risco da depressão entre idosos. Pense bem como você se sentiria também.

Feed: Sinapses
Data de Postagem: terça-feira, 18 de maio de 2010 21:11
Autor: Claudia Belfort
Assunto: O risco da depressão entre idosos

A avó de um amigo meu decidiu por conta própria morar numa espécie de comunidade de idosos. Faz coisa de dois anos. Não era um daqueles asilos que povoam nossa mente quando falamos em abrigar anciões. Era uma chácara, com muitas árvores, área de ginástica, de música, oficinas. Tinha um quarto só para ela, sem cozinha, sem sala, mas era só dela, e fez um amigão. Vinte anos mais jovem que a avó do meu amigo, ela já próxima dos 80, o senhor deu a ela um brilho no olhar, uma fala carinhosa que a família inteira pensou que havia tempo a senhora não parecia tão feliz.

Aquela felicidade, provou-se depois, era melancólica. A enorme estrutura da casa fazia com que ela se sentisse presa, mordomias como ter as roupas lavadas, as três refeições prontas, sessões de cinema deram a ela uma sensação de perda de independência, de não poder mais escolher. A senhora ficou deprimida e voltou a morar com uma cuidadora em seu apartamento cheio de escolhas.

Lembrei essa história por conta de um artigo que li recentemente sobre o suicídio entre idosos.  Nos Estados Unidos, 14,2% dos casos ocorrem em pessoas acima de 65 anos. A ida a um abrigo ou comunidade pode não ter relação direta com o suicídio na população nessa faixa etária, mas a mudança ambiente, de status social, de perda de função provoca medo, ansiedade e sensação de desesperança podem colaborar para o desenvolvimento de um quadro de depressão. Alie isso à falta de capacidade de identificação de doenças de humor, depressão, dependência química por parte de familiares e funcionários dessas casas e tem-se um sério fator de risco.

Os pesquisadores da Universidade de Rochester, EUA, listaram uma série de procedimentos que casas de idosos podem adotar para prevenir suicídios, como disseminar informações sobre tratamentos para distúrbios mentais, preparar a família, funcionários e outros idosos residentes a identificar quando um ancião precisa de auxílio psiquiátrico.

Mas será que a gente pensa que idosos podem desenvolver uma depressão a ponto de cometer suicídio? Como não é comum, pode ser difícil crer que sim.  Além do mais, eles não têm mais problemas com trabalho, já criaram os filhos, já amaram. Bem o caso da avó do meu amigo. Independente, financeiramente autônoma, lúcida. Ficou deprimida e ninguém viu. Ela intuitivamente percebeu-se num caminho onde não queria estar e agiu. Na família, antes disso, todos acreditavam que estava ótima.

Com a idade a gente até aprende a controlar um mau humor, a sorrir diante da visita de um parente, mesmo querendo se acabar de chorar, a experiência, no entanto, demonstra essa pesquisa, não cura sozinha um distúrbio mental.

Ah, a avó do meu amigo ainda mora com uma cuidadora no seu apartamento. Está fisicamente bem.


Exibir artigo...

Agências falham na fiscalização. O que sinto mais são as falhas da ANTT. Vamos avaliar os #PEDÁGIOS!

Feed: Advogado de defesa
Data de Postagem: quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 17:12
Autor: Marcelo Moreira
Assunto: Agências falham na fiscalização

Renée Preira

A insatisfação dos consumidores com os serviços básicos é retrato do processo de enfraquecimento das agências reguladoras nos últimos anos. Sem dinheiro e transformada em moeda de troca com partidos políticos, muitas pecaram na fiscalização e regulação dos serviços, dizem especialistas.

“Não tenho dúvida que as indicações políticas tiveram impacto na qualidade dos serviços, afinal muitos não tinham intimidade com os setores”, afirma o sócio da consultoria Pezco, Frederico Turolla, especialista em regulação.

Para ele, a Agência Nacional de Aviação (Anac) é um exemplo disso. Começou com um desenho institucional bem montado, mas se perdeu exatamente por causa das indicações. Com a reação negativa dos acidentes da Gol e TAM e do apagão aéreo, o governo promoveu mudanças.

 “Mas, como o Brasil tem memória curta, as indicações políticas estão voltando.” A Anac não tem indicador para medir a qualidade dos serviços, apesar dos transtornos vividos pelos passageiros nos últimos anos. Ela acompanha apenas o tempo de atraso dos voos e mantém uma página na internet para o cliente dar notas às companhias (www.anac.gov.br/passageiro).

O transporte rodoviário (de passageiro, de carga e as concessões) padece do mesmo mal. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não tem um indicador de qualidade das estradas pedagiadas nem dos ônibus que circulam pelo País. Na concessão rodoviária, que envolve as últimas estradas concedidas pelo governo, o volume de reclamação cresceu 152% entre 2005 e 2009.

As principais queixas são conservação do pavimento, deficiência de sinalização e lentidão nos pedágios. Pelo contrato, as filas nos pedágios estão limitadas a 300 metros ou 10 minutos – bem distante do que o motorista tem vivido.

Outros serviços que têm testado a paciência dos brasileiros são a TV a cabo e a banda larga. No primeiro caso, a Anatel fiscaliza e regula os serviços. Já a internet é livre. Ambos, porém, têm sido alvo de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor por má qualidade. Os clientes reclamam, por exemplo, que as empresas vendem uma velocidade e entregam apenas 10% da prevista no contrato, diz o advogado do Idec, Guilherme Varella.

Para não correr o risco de ficar sem internet, Alberto José Manuel, contratou dois pacotes de empresas diferentes. Na última semana os dois serviços saíram do ar e deixaram o consultor financeiro sem sistema para trabalhar.

O problema começou na segunda-feira. Na sexta-feira, ele continuava sem internet e a previsão era que o técnico apenas o atenderia no dia seguinte. “Devo ter tido um prejuízo de uns R$ 50 mil por não conseguir fazer as operações na bolsa”, diz ele. “Primeiro disseram que era problema na região. Agora é interno.”


Exibir artigo...

[URAÍ SEINENKAI] Encontro Assobimashô 2011 - Tarde cultural com crianças e jovens da ACEU. 10 anos de fundação do URAÍ SEINENKAI!

Click here to download:
Assobimashô 2011 - Convite.docx (11 KB)
(download)

Projeto será aprovado neste manhã na Assembléia da Associação Cultural e Esportiva de Uraí -  ACEU.

Abraços!
-- 
-- 
EDER TAKEMURA
URAÍ SEINENKAI - Membro
------
------
(43) 9129-3795 [cel] || (43) 3342-1594 [res]