Rolândia ajudará as vítimas do terremoto no Japão com o BAZAR SABOR E ARTE

Rolândia ajudará as vítimas do terremoto no Japão com o BAZAR SABOR E ARTE

As famílias da comunidade nipo-brasileira de Rolândia e muitos brasileiros desta cidade que moram no Japão, sensibilizados com recentes acontecimentos no referido país, se unem para uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto, realizando um bazar beneficente: Bazar "Sabor e Arte", no Templo Budista de Rolândia.

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HANAMATSURI LONDRINA: Templo Nishi celebra o nascimento do Buda Shakyamuni

O Templo Honpa Hongwanji de Londrina realizará neste domingo (10) culto em celebração ao nascimento do Buda Shakyamuni. A celebração tem o nome de Hanamatsuri e após o culto haverá Otoki (cerimônia de confraternização) e Engueikai (apresentação de dança e musica).

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II OM Origassa Shimboku foi transferido para 17 de julho de 2011

O evento será coordenado por Jorge Iriguti e será realizado na sede da Aliança Cultural Brasil Japão do Paraná, na Rua Paranaguá 1782, centro de Londrina, tendo início às 7h da manhã no salão principal, muito bem localizado, com sistema de ar condicionado central e que está disponível para locação junto à secretaria da Aliança-Liga.

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Aliança-Liga homenageará Luiz Nishimori e Teruo Kato na sexta-feira (15)

A Aliança Cultural Brasil-Japão do Paraná realizará jantar em homenagem a Luiz Nishimori e Teruo Kato, políticos eleitos para os cargos de Deputado Federal e Deputado Estadual, respectivamente, pelo Paraná, no próximo dia 15 de abril de 2011, em sua sede social na Rua Paranaguá, 1782, Centro de Londrina.

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ABRAC realizará reciclagem de jurados em abril no Paraná

O público e os participantes dos populares concursos de canto (karaokê) são sempre críticos aos resultados que alguns jurados chegam ao final das premiações. Nunca há unanimidade, mesmo entre os jurados, por isso muitos se especializam ao máximo para chegar a resultados bem argumentados e dando o devido respeito aos participantes.

Mas quais são os quesitos que um bom jurado de canto deveria seguir? Saber quais é bem fácil até mesmo pela internet, mas mensurar quem está mais de acordo com o estilo da música apresentado é a maior dificuldade.

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TSUNAMI: Paraná apóia as vítimas do tsunami e litoral com jogo de futebol nesta quinta-feira (07) com ZICO

JOGO DA SOLIDARIEDADE: Paraná apóia as vítimas do tsunami e litoral com jogo de futebol nesta quinta-feira (07) com ZICO

A Arena do CAP será palco de um amistoso em favor das vítimas do terremoto e tsunami do Japão e das famílias afetadas pelas chuvas no Litoral do Paraná. A partida está sendo chamada de "Jogo da Solidariedade" e irá reunir vários ex-jogadores brasileiros que atuaram em times japoneses, entre eles o ídolo das torcidas brasileira e japonesa Zico. O jogo ocorre no próximo dia 07 de abril, às 19h30, na Arena.

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Festival Quatro Estações: Maliko Nagao vence o Grand Prix

Neste último domingo (04) a Aliança-Liga promoveu o V Festival Paranaense da Canção das Quatro Estações, como realização da filiada Associação Cultural e Esportiva de Rolândia (ACER).

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ABRAC realizará reciclagem de jurados em abril no Paraná

O público e os participantes dos populares concursos de canto (karaokê) são sempre críticos aos resultados que alguns jurados chegam ao final das premiações. Nunca há unanimidade, mesmo entre os jurados, por isso muitos se especializam ao máximo para chegar a resultados bem argumentados e dando o devido respeito aos participantes.

Mas quais são os quesitos que um bom jurado de canto deveria seguir? Saber quais é bem fácil até mesmo pela internet, mas mensurar quem está mais de acordo com o estilo da música apresentado é a maior dificuldade.

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Aliança-Liga homenageará Luiz Nishimori e Teruo Kato na sexta-feira (15)

A Aliança Cultural Brasil-Japão do Paraná realizará jantar em homenagem a Luiz Nishimori e Teruo Kato, políticos eleitos para os cargos de Deputado Federal e Deputado Estadual, respectivamente, pelo Paraná, no próximo dia 15 de abril de 2011, em sua sede social na Rua Paranaguá, 1782, Centro de Londrina.

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Horta comunitária em Londrina. Já 13 inauguradas.

Ótima horta, com a comunidade integrada.

Prefeitura da apoio até a horta se formar como agente de mudanças de hábito.

Preferência é por áreas abertas, para que a comunidade acompanhe nem que seja da rua.

Fotos da horta do jardim Califórnia. Visita com assessor técnico da secretaria de agricultura de Londrina Carlos Eikiti Hirooka.

Fizeram até uma tanque com lambaris da nascente encontrada.

Área é patrimônio público. É foi uma saída criativa para o problema da ocupação irregular dos fundos de vale.

Com uma divulgação criativa dá ibope.

Há várias maneiras de trabalho, dá pra marcar um encontro com os responsáveis técnicos.

Eder

(download)

#PROTESTO! Tem louco para tudo! Deputado Eduardo Cunha quer legalizar invasões em ocupações irregulares urbanas. O Brasil é grande! Muitos invasores ricos poderão se beneficiar...

CONGRESSO EM FOCO (SP) • REPORTAGENS ESPECIAIS • 30/3/2011 • DESTAQUES CAIXA • 07:00:00
Projeto permite financiamento da Caixa para invasor
Autor da proposta, Eduardo Cunha acredita que ela ajudará a resolver déficit habitacional, além de regularizar situações que existem de fato. A ocupação irregular de terrenos, porém, vem sendo um dos principais causadores de problemas ambientais

Deputado quer permitir financiamento da Caixa para regularizar ocupação irregular de terrenos, uma das causas de problemas ambientais, como deslizamentosFábio Góis

Em vez de serem expulsos pelo proprietário (no caso, o Estado), invasores de imóvel que completem cinco anos de ocupação poderão adquiri-lo por meio de financiamento integral da Caixa Econômica Federal (CEF). É o que propõe o Projeto de Lei (PL) 7562/10, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tramita em três comissões (Constituição e justiça; Desenvolvimento Urbano; e Finanças e Tributação) em caráter conclusivo – ou seja, sem necessidade de ir a plenário, salvo em casos específicos de contestação no âmbito dos colegiados.

A invasão de espaços públicos é um problema em várias partes do país. Não apenas no caso de populações pobres, como nas favelas. Em Brasília, por exemplo, parte do entorno da cidade tem se transformado em condomínios de luxo que começaram com a invasão dos terrenos públicos por seus proprietários. A ocupação de áreas irregulares é também uma das situações apontadas para o deslizamento de encostas e problemas relacionados com chuvas e enchentes em regiões montanhosas, especialmente no Rio de Janeiro, estado de Eduardo Cunha. Ao mesmo tempo, porém, o país convive com um grande déficit habitacional. Esse é a questão apontada por Eduardo Cunha para defender seu projeto.

Além da possibilidade de financiamento para adquirir o imóvel invadido, o proprietário, pelo projeto de Eduardo Cunha, poderá abater eventuais melhoras que tiver feito durante o período de ocupação. O projeto estabelece que a instituição financeira “levará em conta eventuais benfeitorias feitas de forma comprovada pelo ocupante do imóvel”.

Confira a íntegra do PL 7562/10

Só invasões passadas

Eduardo Cunha apressa-se a esclarecer que seu projeto não tem o intuito de incentivar novas invasões. “Este projeto não está considerando invasões futuras, mas apenas aquelas referentes ao tempo passado”, esclareceu Eduardo Cunha ao Congresso em Foco. Para o deputado, o importante é regularizar situações que ocorrem de fato. “Vi situações em que as pessoas estavam tentando pagar pelo imóvel e não estavam conseguindo guarita do governo para custear a compra. O poder público estava perdendo muito dinheiro”, argumenta.

Segundo Eduardo Cunha, o projeto de lei provocará a redução de imbróglios judiciais envolvendo questões imobiliárias, bem como reduzirá o déficit habitacional no país.

“A concordância pelo ocupante do imóvel do disposto no artigo anterior implicará no [sic] sobrestamento de quaisquer ações judiciais existentes buscando a reintegração de posse, que deverão obrigatoriamente ter a desistência expressa da Caixa Econômica Federal, após a assinatura do instrumento contratual”, descreve o artigo 2º da proposição, que ainda livra o ocupante do imóvel de “qualquer ônus” em caso de desistência.

O deputado disse ter presenciado situações “absurdas” que poderiam ter sido solucionadas de maneira lucrativa, para a instituição financeira, e humanitária, para os moradores em questão. “Não tem sentido, em um país com um déficit habitacional enorme, jogar essas pessoas na rua”, argumentou o peemedebista, lembrando que, em alguns casos, os imóveis sequer tinham sido concluídos ou apresentavam algum tipo de deterioração – problemas que, avalia o deputado, poderiam ser resolvidos com reformas bancadas pelos novos proprietários.

Sem ônus

Para obter o financiamento da Caixa, o “invasor” do imóvel não é obrigado a comprovar renda ou qualquer outro tipo de garantia, à exceção do próprio imóvel (o bem seria empenhado em hipótese de eventual inadimplência). “O ocupante da unidade que atenda às condições do caput e não queira ser contemplado pelo financiamento imobiliário será obrigado a desocupá-la em até 90 (noventa dias), após a notificação pela Caixa Econômica Federal de disponibilidade do financiamento”, diz trecho do projeto de lei.

Na sucinta justificativa, o autor do projeto fala em evitar “consequências sociais sérias” para a Caixa. “Estamos em um momento em que a Caixa Econômica Federal luta para reintegrar propriedades invadidas há muitos anos, cujo efeito final será em um novo esqueleto, necessitando de obras para possível venda a terceiros. Por outro lado, várias famílias irão para as ruas procurar imóveis para morar. A presente proposta tem o intuito de permitir o fim dessas ações, possibilitando aos ocupantes pagarem pelos imóveis e, ao mesmo tempo, permitindo com que a CEF se livre de um problema que tem conseqüências sociais sérias”, diz a íntegra da argumentação.

Apresentado em plenário e protocolado na Secretaria Geral da Mesa em 30 de junho de 2010, o projeto foi distribuído às comissões e aguarda designação de relator desde o início de julho na Comissão de Desenvolvimento Urbano, onde iniciou a tramitação. Por imposições regimentais (artigo 105), a matéria foi arquivada em 31 de janeiro de 2011, em razão do encerramento da legislatura passada. Mas, a pedido do próprio deputado, que foi reeleito, a proposição já se encontra "desarquivada" desde a última terça-feira (22).

O próprio deputado admite que a proposição não seria rapidamente apreciada. “As matérias de iniciativa dos próprios parlamentares sempre demoram muito tempo em tramitação. Mesmo que seja declarada a urgência e relevância do texto, é muito pouco provável que ele seja votado neste ano [2010]”, resignou-se Eduardo Cunha à época da apresentação do projeto, lembrando que “pelos menos 50 matérias” já estavam prioritariamente pautadas na sessão legislativa anterior. “Mas eu vou batalhar pelo projeto, porque eu o entendo meritório.”

Minha Casa, Minha Vida está emperrado...


O ESTADO DE SÃO PAULO (SP) • CAPA • 30/3/2011 • DESTAQUES CAIXA
Corte de gastos emperra ""Minha Casa""
Por falta de recursos orçamentários, nenhum projeto para famílias que recebem até três salários mínimos foi assinado com a Caixa este ano

Uma das bandeiras de campanha da presidente Dilma Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida está parcialmente estagnado desde o início do ano. Até agora, nenhum projeto para famílias que recebem até três salários mínimos (nível mais econômico do programa) foi assinado com a Caixa Econômica Federal - um reflexo direto do contingenciamento de gastos do governo.

"O primeiro e mais importante motivo é um só: faltou dinheiro", diz Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). "No ano passado, os contratos de zero a três salários superaram a meta e isso absorveu boa parte da verba para o primeiro semestre." A primeira etapa Previa a contratação de 400 mil apartamentos nesse segmento e acabou fechando o ano com 495 mil.

A segunda fase do Minha Casa, Minha Vida - anunciada no ano passado, com a primeira ainda em curso - tem a meta de erguer 2 milhões de unidades até 2014 - das quais 60% para famílias que ganham até três mínimos. Em janeiro, foram definidas as novas regras de financiamento para a faixa de três a dez salários.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu elevar de R$ 130 mil para R$ 170 mil o valor máximo do imóvel que pode ser financiado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Distrito Federal. O limite estava congelado há três anos e seu aumento era reivindicado pela indústria da construção civil.

As definições do programa para a faixa de zero a três salários também começaram a ser discutidas no início do ano passado, mas não foram anunciadas. "Essa é a parcela que mais pressiona o Orçamento e, por isso, está demorando mais para ser regulamentada", diz Eduardo Zaidan, diretor de economia do Sindicato da Construção Civil em São Paulo. A expectativa do setor é que a nomeação de Jorge Hereda, que ontem tomou posse na presidência da Caixa, acelere a retomada do programa. Ex-vice-presidente de governo da instituição, Hereda já era o responsável pelo Minha Casa.